Pela tarde daquele dia de outono de 1321, eu seguia sozinho em direção a Londres. Eu sei que é uma viagem muito longa, quase 300 milhas, mas não tenho pressa. Minha razão de viver está enterrada no mausoléu dos MacDonovan, junto com outros ancestrais meus.
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Meu nome é Ryan MacDonovan. Até duas semanas atrás eu era um comerciante de Dublin, pertencente a uma família com uma boa quantidade de riquezas, mas isso de nada ajudou a salvar minha amada da tuberculose. Após anos sem podermos viver devidamente como marido e mulher, minha amada Kathleen me deixou para sempre.
Amargurado, não tive mais ânimo para retomar os negócios da família. Meus irmãos ficaram preocupados comigo, com razão, mas nada podiam fazer para aplacar minha dor. Quisera eu ter ido com ela, mesmo sabendo que, no fim, a morte apenas aliviou seu sofrimento de anos pela maldita doença.
Dias após a carpideira terminar seu lamento diante do túmulo de Kathleen, parti de minha cidade natal em busca de uma nova vida, um novo sentido para seguir em frente. Apesar de não gostarem muito da idéia de eu seguir sozinho pela estrada perigosa, meus irmãos Brian e Douglas não me impediram. Afinal, era isso ou me veriam definhar devagar e agonizante dia após dia, em profunda tristeza.
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Pois bem, andando pela estrada, a noite já se aproximava. Nessa época o tempo de luz solar é bem mais curto que as trevas noturnas, por isso devo tomar cuidado. Bandidos rondam a estrada. Assim, ao encontrar uma grande árvore um pouco afastada da estrada, armo meu acampamento: uma pequena fogueira para me proteger da gélida noite, um bom cobertor de couro, uma ração para viagem e um pouco de água. Por entre as grandes raízes do carvalho me aconcheguei e esperei a noite passar.
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Meu nome é Ryan MacDonovan. Até duas semanas atrás eu era um comerciante de Dublin, pertencente a uma família com uma boa quantidade de riquezas, mas isso de nada ajudou a salvar minha amada da tuberculose. Após anos sem podermos viver devidamente como marido e mulher, minha amada Kathleen me deixou para sempre.
Amargurado, não tive mais ânimo para retomar os negócios da família. Meus irmãos ficaram preocupados comigo, com razão, mas nada podiam fazer para aplacar minha dor. Quisera eu ter ido com ela, mesmo sabendo que, no fim, a morte apenas aliviou seu sofrimento de anos pela maldita doença.
Dias após a carpideira terminar seu lamento diante do túmulo de Kathleen, parti de minha cidade natal em busca de uma nova vida, um novo sentido para seguir em frente. Apesar de não gostarem muito da idéia de eu seguir sozinho pela estrada perigosa, meus irmãos Brian e Douglas não me impediram. Afinal, era isso ou me veriam definhar devagar e agonizante dia após dia, em profunda tristeza.
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Pois bem, andando pela estrada, a noite já se aproximava. Nessa época o tempo de luz solar é bem mais curto que as trevas noturnas, por isso devo tomar cuidado. Bandidos rondam a estrada. Assim, ao encontrar uma grande árvore um pouco afastada da estrada, armo meu acampamento: uma pequena fogueira para me proteger da gélida noite, um bom cobertor de couro, uma ração para viagem e um pouco de água. Por entre as grandes raízes do carvalho me aconcheguei e esperei a noite passar.
Cara, ficou legal! Gostei!
ResponderExcluirAgora, tem umas coisas estranhas. A primeira parte é no passado, e depois fica tudo no presente. Primeiro ele fala de um dia passado. Depois ele se descreve, diz oq acontece e tal. Depois, ele escreve no gerúndio, "andando pela estrada", ou seja, no presente. Tão estranhos, os tempos.
Ficou muito legal.
ResponderExcluirO único problema é a mudança de tempo. No começo, ele está claramente falando no passado. No resto, parece estar no presente, ou bem mais próximo do tempo atual. Fica meio estranho.
A parte que fala do passado são lembranças que justificaram a partida dele, Levi.
ResponderExcluirHá até a separação em asteriscos parada rum destaque. Mas vou ver s emelhoro isso. ^^